Por sermos seres sociais crescemos nos relacionando uns com os outros em muitos níveis. Pais, família, comunidade ao nosso redor…
Quando muito crianças observamos e criamos nossos paradigmas e crenças acerca do mundo, de como nos comportar para pertencer e de como nos relacionar. Assim se forma nosso primeiro banco de dados. Neste momento entendemos e criamos também os paradigmas sobre o amor…
Crescemos e seguindo este banco de dados passamos a nos relacionar entre amigos e dentre eles com os amores escolhidos… amamos, nos entregamos, nos doamos e, as vezes, também nos machucamos… Destas tentativas surgem feridas, que vão fechando o coração… as vezes feridas nossas, as vezes feridas adquiridas, mas sempre feridas que nos aprisionam nos campos e nos impedem a liberdade de ser, entregar e viver… A cada relação não resolvida, um gancho energético que prende campos e prende a vida. Fechar portas encontrando virtudes adquiridas é fechar portas encontrando a chave para a liberdade sonhada a ser vivida. Ferida de alma se transforma em virtude, que se transforma em força, que abre novamente as portas do coração e da vida que sempre pode ser vivida no amor que jorra livre novamente no coração.
Revisitar… ressignificar… agradecer… fechar e seguir a estrada da vida para novamente se entregar e se relacionar no amor que se é e que se sonha viver.
Voz e meditação: Maria Tereza Cunha
Música, arranjos e performances musicais: Sérgio Zurawski
Produção: Bipolar Produções
Produção Musical: Sérgio Zurawski
Estúdio de Gravação: Bipolar
Produção Executiva: Lu Marinho
Direção Artística: Sérgio Zurawski e Lu Marinho
Supervisão: Portal Alnilam


