Fechando ciclos

E assim o ano caminha para o seu desfecho… como sempre tudo se acelera ao nosso redor. Ansiedade por entrega de metas, revisões do que foi vivido, auto
cobranças por metas não alcançadas, excesso de auto críticas, comemorações e confraternização…enfeites natalinos e a visão já no natal e réveillon…
programação de férias, recesso, dentre tantas outras coisas.

Interessante como ano a ano vivenciamos os mesmos processos, seguimos os mesmos passos e colocamos no campo as mesmas preocupações, metas,
irradiações… Interessante observar como de nosso campo interno o mundo acelera ou desacelera… se o calendário começa a fechar o ciclo, aceleramos e
focamos mais ainda no externo…a ansiedade sobe e também as batidas dos corações, divididos entre tarefas e festas no ar.

Por outro lado, sonhos começam a se fazer mais fortes. Vitrines, muitos “papai noels”, confraternização, amolecem os corações… inicia-se um período em que
a mente começa a acreditar que podemos sim, viver o amor, baixar barreiras, celebrar e sonhar…corações expandidos, no meio da correria, abraços não
imaginados, sonhos compartilhados, risos sonoros no ar., a crença de que podemos ir além de nós mesmos e viver o tempo de paz e união.. assim o mundo
das tarefas relaxa e faz a vida festejar.

Entre a pressão dos relógios a contabilizar os “pontos” a serem batidos nos diversos setores de trabalho e tempos para o laser, nosso aceleramento acelera
o tempo no campo ao nosso redor… assim dezembro mal inicia e de repente finaliza.

O que fica? Uma revisão do vivido, novas metas, novos caminhos a vivenciar. Se entramos num tempo de celebração, sintamos isto no coração. Quais pontos
maravilhosos de nossas vidas temos a celebrar? O que valeu ter vivido, e o que e em que podemos expandir e burilar? Quais virtudes maiores desenvolvidas e
compartilhadas pudemos ofertar? Pelo que podemos nos parabenizar e nos abraçar, fechando o ano de 2025, com admiração por nós mesmos e pela
humanidade a que pertencemos?

Podemos neste mês, exercer o verdadeiro amor? Ser nosso olhar, nosso sorriso, nosso abraço verdadeiro, uma palavra verdadeira, um elogio, uma escuta
amorosa, uma ajuda emocional nossos melhores e maiores presentes de natal? Podemos neste mês sonhar e manifestar vividamente um mundo mais fraterno?

Correr menos, respirar mais, olhar e perceber melhor a perfeição que nos rodeia? De que forma nossa presença pode ser o melhor e maior presente de natal para
alguém? De que forma podemos compartilhar a vida, o que temos, o que somos? Podemos, no meio da correria das agendas, respirar conscientemente? Sorrir,
desacelerar, praticar a gentileza em ação? Podemos irradiar paz e amor por onde estivermos e estarmos cem por cento presentes onde estivermos pelo tempo em
que estivermos, longe das mídias que nos distraem e desconectam?

Com certeza sendo 2025 um ano nove, estamos encerrando um grande ciclo e dando um salto em todos os níveis. Para onde iremos? Para onde este mês nos
levar em termos de pensamento, consciência, irradiação. Um ano que se encerra é o solo fértil para o ciclo que está sendo gestado e que logo aqui estará.
Dezembro, mês de encerramentos… abrindo 2026, o ano 1, o ano de unidade absoluta, se desde já estivermos plantando as sementes com nossos
pensamentos, sentimentos e irradiações.

Trazer em nossa retrospectiva o olhar compassivo que abre nossa admiração pelo vivido, pelo manifesto, pela forma como ultrapassamos todos os desafios e
nos abrimos a todas as possibilidades é fazer valer cada momento vivido e nutrir nosso coração e mente no melhor e maior em nós ativando o melhor e maior ao
redor de nós.

Em muitas borbulhas de amor e alegria eu celebro a vida com vocês e vocês em minha vida.

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